Olá pessoal! Para você que deseja saber um pouco mais sobre um dos conhecimentos mais importantes da Química, ou seja, a tabela periódica e seus símbolos, analise o nosso blog que tá pra lá de legal!!!!!!!! Desejamos para você uma boa leitura e bons estudos porque o vestibular te aguarda!


Escrito por Cinara Queiroz Duarte às 16h04
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A HISTÓRIA DA TABELA PERIÓDICA




É importante pensarmos que temos a necessidade de classificar as coisas. Por exemplo: farinha = tem-se farinha de mandioca, farinha torrada, farinha de milho e etc.; copos = copos de vidro, copos de plástico, copos de alumínio, copos de cristais, copos pequenos, copos grandes e etc. Provavelmente você ao organizar os copos no armário não os deixa misturados entre os seus variados tipos. Provavelmente, você não mistura feijão preto com feijão carioquinha!

Veja que temos a necessidade de classificar as coisas em função das suas propriedades. Assim também, fazemos com os elementos químicos. Classificá-los conforme suas propriedades é uma necessidade. A classificação dos elementos químicos permite estudarmos os elementos químicos e as substâncias nas quais fazem parte.

A classificação dos elementos químicos atual é feita em períodos, ou seja, em sequências de suas propriedades. Essas sequências, ou períodos, são dispostos na ordem crescente dos números atômicos dos elementos químicos. Lembrando que são os números atômicos que determinam as propriedades químicas dos elementos, pois o número atômico de um elemento é igual ao seu número de elétrons. São os elétrons que participam das ligações químicas para formar as substâncias.

Podemos dizer que a "Lei Periódica dos Elementos Químicos" é uma classificação dos elementos químicos de acordo com seus números atômicos e consequentemente por suas propriedades físicas e químicas.

Em qualquer tentativa de classificação, dois objetivos são perseguidos:

1) reunir coisas que se assemelham;

2) separar as que se diferenciam.

A primeira tentativa real de se classificar os elementos de comportamento químico semelhante é devida a J. W. DOBEREINER com suas tríades. Ele procurou estabelecer vários grupos de três elementos com propriedades químicas semelhantes. Observou, então, que a massa atômica do elemento central era a média aritmética das massas atômicas dos outros elementos.
Para os conhecimentos da época, a classificação era interessante, mas logo se verificou que, na maioria dos elementos, a massa atômica do elemento central não era a média aritmética dos outros dois.
Na década de 1860, as massas atômicas foram determinadas de maneira mais exata. Dois cientistas tiveram, então, a mesma idéia.
CHANCOURTOIS dispôs os elementos na ordem crescente de suas massas atômicas em uma superfície cilíndrica chamada parafuso telúrico.
Os elementos colocados na mesma vertical apresentavam propriedades químicas semelhantes. Além de complicado, o parafuso só era válido até o cálcio.
NEWLANDS, ao ordenar os elementos na ordem crescente das massas atômicas fez uma curiosa comparação. Como existem sete notas musicais, a oitava nota é sempre uma repetição da nota de onde se partiu. Com os elementos aconteceria a mesma coisa, porque o oitavo elemento teria as mesmas propriedades que o primeiro.
Embora falha e muito ridicularizada na época, essa classificação teve o mérito de esboçar o conceito de periodicidade, isto é, propriedades que se repetem após certo período.

Poucos anos depois, dois cientistas: L. MEYER e D. MENDELEEV (russo) visualizaram melhor a periodicidade das propriedades dos elementos. Meyer fez uma tabela tomando como base o volume atômico dos elementos. Inicialmente MENDELEEV ordenou-se em colunas, segundo as massas atômicas crescentes e observou que os elementos quimicamente semelhantes ficavam numa mesma horizontal. Posteriormente, reuniu esses elementos de propriedades parecidas em colunas, denominadas grupos.
Enunciou, então, a lei periódica, segundo a qual, dispondo-se os elementos na ordem crescente de massas atômicas, suas propriedades variam de modo definido e retornam ao mesmo valor em pontos fixos das séries. Ele tinha tanta confiança na validade da lei que, quando a ordem dos elementos parecia ser interrompida, deixava espaços em branco, lacunas que corresponderiam a elementos que deveriam ser descobertos. MENDELEEV chegou a prever as propriedades destes elementos, acertando em quase todas.
Outro mérito seu foi admitir que as massas atômicas de alguns elementos estavam errados. Inverteu suas posições, como, por exemplo, no caso do telúrio e do iodo.
Nem mesmo a descoberta de uma família completa de novos elementos, os gases nobres, desfigurou a classificação de Mendeleev. Os gases nobres ficaram perfeitamente acomodados pela simples adição de uma coluna vertical.
Embora lançada na mesma época e sendo semelhante à de Mendeleev, a classificação de L. Meyer tem hoje apenas significado histórico. O que é perfeitamente explicável pelo fato de ser a tabela do químico russo mais completa, mais simples e, principalmente, muito mais audaciosa para a época. É bom lembrar que naquela época, o átomo era considerado indivisível. Portanto, noções hoje em dia consideradas primárias, como eletrosfera e número atômico, eram simplesmente desconhecidas.

PERÍODOS X COLUNAS (grupos ou famílias)

Períodos são as linhas horizontais da tabela periódica. São nessas linhas (períodos) que observamos a classificação periódica crescente (da esquerda para a direita e de cima para baixo) dos elementos químicos em função dos seus números atômicos.

Colunas ou grupos ou famílias é a classificação nas linhas verticais dos elementos químicos. As colunas são nomeadas representam elementos químicos de propriedades semelhantes.

Nomes das colunas:

1A = Metais alcalinos (do árabe alcali, cinza de plantas);

2A = Metais alcalino-terrosos (o termo "terroso" refere-se a "existir na terra");

3B(3), 4B(4), 5B(5), 6B(6) 7B(7), 8B(8, 9 e 10), 1B(11), 2B(12) = Elementos de transição;

3A(13) = São chamados elementos do grupo III;

4A(14) = São chamados elementos do grupo IV (fazem parte dos metais, semimetais e não metais;

5A(15) = São chamados elementos do grupo V (fazem parte dos metais, semimetais e não metais;

6A(16) = São chamados elementos do grupo VI ou calcogênios ("formadores de cobre", pois minérios de cobre contêm oxigênio e enxofre) - (fazem parte dos semimetais e não metais);

7A(17) = São chamados elementos do grupo VII ou halogênios ("formadores de sais") - (fazem parte dos não metais);

8A(18 ou zero) = São chamados elementos do grupo VIII ou gases nobres (ou raros, ou inertes).

Escrito por Cinara Queiroz Duarte às 16h03
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NOMENCLATURA DOS ELEMENTOS



Hoje são conhecidos mais de cem elementos químicos. Eles são representados por símbolos com uma ou duas letras retiradas de seus nomes em latim. Os nomes têm diversas origens: o nome popular do material em que é encontrado na natureza, alguma característica dessa substância, o nome de seu descobridor ou, ainda, uma homenagem a algum cientista. Exemplos: cálcio vem do latim calx, cal; bromo, do grego brômos, que significa mau cheiro; hélio, descoberto pela análise do espectro da luz solar, é o deus-sol dos gregos antigos; e nobélio, uma homenagem ao físico sueco Alfred Nobel. A partir do 104º elemento, os cientistas divergem sobre os símbolos a serem usados para sua representação. A nomenclatura mais aceita designa esses elementos pelas primeiras letras correspondentes ao seu número atômico, escrito por extenso em latim. O elemento de número atômico 104, por exemplo, é representado por Unq (un-nil-quadium).

Periodização atual – A tabela periódica organiza os elementos pela ordem crescente dos seus números atômicos. As linhas horizontais são os períodos e correspondem aos níveis de energia da eletrosfera do átomo de cada elemento. As verticais trazem os grupos ou famílias: elementos com propriedades químicas semelhantes. Algumas famílias do sistema periódico possuem nomes especiais. A família 1ª é a dos metais alcalinos; 2ª, dos metais alcalino-terrosos; 6ª, dos calcogênios; 7ª, dos halogênios; e 0, dos gases nobres



Escrito por Cinara Queiroz Duarte às 16h01
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O NOME DOS ELEMENTOS

Até a Idade Média, apenas 9 elementos eram conhecidos: ouro, prata, estanho, mercúrio, cobre, chumbo, ferro, enxofre e carbono. Os símbolos desses elementos são derivados dos seus nomes em latim: aurun(“amarelo”), argentum(“brilhante”), carbon(“carvão”, stanum(“fácil de fundir”), etc.
O elemento mercúrio e o planeta homônimo receberam o nome de um deus mitológico. Os antigos associavam os elementos aos planetas e aos deuses. Mercúrio era o deus grego associado à rapidez, à astúcia e aos exercícios ginásticos.
Em 1787, o famoso químico francês Lavoisier sugeriu que os novos elementos a serem descobertos deveriam receber nomes associados às suas propriedades. Nos 125 anos que se seguiram, muitos nomes de elementos foram criados segundo essa recomendação. Alguns nomes vêm do grego: hidrogênio(hydros-gen, “gerador de água”), oxigênio(oksys-gen, “gerador de ácidos”), nitrogênio(nitron-gen, “gerador de salitre”), bromo(bromos, “mau cheiro”) e argônio(a-ergon, “não reage”).
Certos nomes foram dados referindo-se à cor das substâncias formadas pelo elemento. Exemplos: cloro(do grego khloros, “amarelo-esverdeado”), iodo(do grego iodes, “violeta”, irídio(de íris, “a deusa grega mensageira que vinha à Terra pelo arco-íris, apresentam várias cores), ródio(do grego rhodon, “rosa”) e cromo(do grego khroma, “cor numa alusão às muitas cores dos compostos do metal).
Alguns elementos, contrariamente à sugestão de Lavoisier, tiveram seus nomes associados a planetas, figuras mitológicas, superstições ou lugares.
Entre os nomes de origem celeste, temos: hélio(sol), telúrio(terra), selênio(lua), urânio( o planeta Urano fora descoberto poucos anos antes do elemento). Os dois elementos cujos números atômicos se seguem ao urânio foram chamados de netúnio e plutônio, numa alusão aos planetas Netuno e Plutão. O elemento cério tem esse nome por causa de Ceres, o primeiro asteróide a ser descoberto, o que acontecera dois anos antes do descobrimento do elemento(Ceres era a deusa romana do milho e da colheita).
Como nomes provenientes de entidades mitológicas, além de mercúrio(e do cério, indiretamente), podemos cotar; promécio(de prometeu, personagem da mitologia grega); venádio(de variadis, deusa escandinava da beleza); titânio(de Titãs, os primeiros filhos da terra); nióbio e tântalo(Níobe era filha de Tântalo, na mitologia grega, o nióbio foi encontrado na mesma rocha que o tântalo e se parece muito com ele) e tório(de thor, o deus escandinavo da guerra).
O nome colbato vem de Kobold, espírito demoníaco germânico que se dizia estar presente quando a mineração do cobre dava baixos rendimentos. A palavra níquel deriva de Nickel, palavra alemã para “diabo”.
Como exemplos de elementos que homenageiam lugares, podemos citar: amerício(América), califórnio(Califórnia), germânio(Alemanha), etc.
E, como exemplos de elementos, cujos nomes, homenageiam pessoas: einstênio(Albert Einstein); mendelévio(Dmitri Mendeleev); etc.
A diversidade dos nomes dos elementos nos mostra alguns interessantes aspectos da história da Química. Examiná-los nos permite entender como os interesses dos cientistas e sua maneira de ver o mundo mudaram com o passar do tempo.



Escrito por Cinara Queiroz Duarte às 15h59
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04/12/2005 a 10/12/2005


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